quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012



 Devido a falta de informação (Não pela falta de conteúdo disponível) da maioria das igrejas brasileiras sobre perseguição religiosa, faz-se necessário a publicação desse artigo, para que possamos valorizar mais a liberdade religiosa que temos, e nos atentarmos para a necessidade de orar pelas centenas de igrejas cristãs perseguidas em todo o mundo.
Duas fontes atuais nos ajudam a definir o que é a perseguição – As Convenções da ONU (Organização das Nações Unidas), e a própria Bíblia Sagrada.
De acordo com o Artigo 18 da Declaração Universal de Direitos Humanos, de 1948: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”.
O Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, de 1966, expandiu esse Artigo:
1. Toda pessoa terá direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião. Esse direito implicará a liberdade de ter ou adotar uma religião ou crença de sua escolha e a liberdade de professar sua religião ou crença, individual ou coletivamente, tanto pública como privadamente, por meio do culto, da celebração de ritos, de práticas e do ensino.
2. Ninguém poderá ser submetido a medidas coercitivas que possam restringir sua liberdade de ter ou de adotar uma religião ou crença de sua escolha.
3. A liberdade de manifestar a própria religião ou crença estará sujeita apenas às limitações previstas em lei e que se façam necessárias para proteger a segurança, a ordem, a saúde ou a moral públicas ou os direitos e as liberdades das demais pessoas.
4. Os estados-partes no presente Pacto comprometem-se a respeitar a liberdade dos pais e, quando for o caso, dos tutores legais - de assegurar aos filhos a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.
Pode-se dizer então, que o indivíduo é perseguido se for privado de qualquer dos elementos fundamentais da liberdade religiosa.
Segundo o fundador da Portas Abertas, Irmão André, “perseguição não se refere a casos individuais, mas sim, quando um sistema, político ou religioso, tira a liberdade de um cristão ou o acesso à Bíblia, restringe ou proíbe o evangelismo de jovens e crianças, atividades da igreja e de missões.
Para o Irmão André, não é legítimo usar o termo perseguição para descrever uma tragédia individual que ocorre numa sociedade que concede liberdade religiosa. É um termo que deve ser reservado para comunidades inteiras que enfrentam campanhas organizadas de repressão e discriminação, como ocorreu no estado de Orissa, na Índia, em 2008.
Perseguição segundo a Bíblia
Além do apóstolo Paulo, os cristãos do Novo Testamento enfrentaram cinco fontes de perseguição: 

Governantes (Atos 12.2)Sacerdotes (Mateus 26.3,4; Atos 2.36; João 18.31; Atos 7.54-59)Mercadores (Atos 16 e 19)Agitadores (Atos 17)Família (Mateus 10.35,36)
Enfim, a Bíblia afirma: “De fato, todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Timóteo 3.12).
Para grande parte dos cidadãos do mundo ocidental, cristãos ou não, o tema “perseguição religiosa” pode soar estranho. Uma das explicações talvez seja o fato de que a maioria dos países deste lado do globo vive em plena democracia e por isso, em geral, as pessoas estão acostumadas a ter seus direitos garantidos por lei. No entanto, essa ideia de que a liberdade e o acesso a direitos fundamentais estão consolidados para a maior parte da população mundial neste século 21 tem se mostrado uma ilusão.
Os países que apresentam elevados índices de restrições à religião não são maioria – 64, no total –, porém abrigam a maior parte da população mundial.
Países como China, Índia, Irã, Iraque, Afeganistão, entre outros, costumam ocupar as manchetes por diferentes motivos, mas raramente são vinculados pela mídia secular à perseguição, muitas vezes implacável, que impõem aos adeptos da fé cristã. Admitir e conhecer a realidade da perseguição é o primeiro passo para que a Igreja se posicione ao lado daqueles membros do Corpo que sofrem por seguir a Cristo e para que passe a agir em favor deles.
Se quiser saber mais detalhes sobre a perseguição nos dias de hoje, leia o livro A fé que persevera – Guia essencial sobre a perseguição à Igreja, de Ronald Boyd-MacMillan, publicado pela Portas Abertas.
No livro, Ronald Boyd-MacMillan afirma: “[Há] dois elementos centrais que nos levam além do Artigo 18. Primeiro, nas palavras de um pregador palestino ‘Isso não diz respeito a nós’. A perseguição diz respeito a Cristo, e a trindade do mal (carne, mundo e diabo) está tentando chegar até Cristo por meio de nós. Não somos nós, estritamente falando, o objeto da perseguição. Nós somos as vítimas dela. Segundo, a perseguição é universal. Essa trindade do mal está perseguindo Cristo, o nosso novo Senhor, estejamos definhando num campo de trabalhos forçados ou deitados no convés de um iate. Bastante simples: se levamos conosco a nossa nova identidade de Cristo, seremos perseguidos”. 

Fonte adaptada: www.portasabertas.org.br

Experiência na Cristolândia



No dia 09 de Setembro, eu e Everton tivemos uma experiência incrível: visitamos a Cristolândia (instalada na Cracolândia/SP), junto aos alunos do CLD/SBPV. Ao chegarmos fomos recebidos pelos missionários da Cristolândia e por pessoas (na maioria homens) que saíram das ruas, alguns há apenas 4 meses, aceitaram se internar, aceitaram o cuidado de Deus para as suas vidas (que é a decisão mais importante: Cristo) e estão em processo de recuperação, limpos e vivificados pelo sangue de Jesus.
No louvor foram cantadas algumas músicas e duas em especial me marcaram muito: uma que reflete o desejo deles (e também o meu) de serem homens (e mulheres) segundo o coração de Deus e outra que diz que o NOSSO Deus é o Deus do impossível, não desiste de nós (não desistiu deles, de mim e não desiste de você) e só o amor dEle é que nos faz ficar de pé.
Após o louvor fomos instruídos a ajudá-los a servir o café para os que moram na rua e estavam lá, e também a participar do momento de banho que eles tem. Durante o café, tanto os missionários como os que estão em fase de recuperação (e nós, que estávamos em visita) sentaram nas mesas para conversar, orientar, falar mais um pouco da Palavra de Deus, dizer o que Deus tem feito nas suas vidas e também oferecer estudos bíblicos.
A hora do banho é bem dolorida. Pude ver pessoas em estado deplorável, tanto espiritual quando fisicamente. Pessoas sujas, mal cheirosas, drogadas e completamente perdidas com relação a vida. Pessoas cuja a família ou não se importa, ou está cansada de presenciar situações ruins da parte dela. Ou até mesmo aquelas que querem poupar a família de tal sofrimento. Pessoas acabadas pelo pecado e que pensam que não há mais nenhuma solução para as suas vidas,  a não ser as drogas.
Foi maravilhoso ver o que Deus tem feito na vida de pessoas, antes presas pelas drogas e hoje louvando e exaltando o Seu nome. A você, que já aceitou a Cristo em sua vida, GLORIFIQUE a Deus e VALORIZE a graça de dEle, pois sem Ele, você estava perdido e poderia se encontrar na mesma ou em pior situação que aqueles que vimos pelas ruas.
Agora, se você que está lendo esse e-mail ainda não entregou TOTALMENTE sua vida para Cristo, ainda HÁ tempo. Jesus Cristo morreu por mim e por você. E o motivo dessa morte tão dolorida (morte de cruz) foi e sempre será o AMOR, tão grande, que Ele sente por mim e pela sua vida. O pecado destrói, mata, danifica relações, mas o pior é que ele provoca separação ETERNA de Deus. Entregue-se a Cristo, pois só Ele é capaz de limpar o nosso coração do pecado, reconstruir a nossa vida e nos dar vida em abundância, vida ETERNA ao lado de Deus!
Nossas vidas são cheias de escolhas, mas a MELHOR delas é andar ao lado de Jesus Cristo, conhecer Sua Palavra e seguí-la a todo tempo!
Jesus TE AMA MUITO, o que você  tem feito para Lhe retribuir esse amor? Pense nisso…

Por: Larissa Svensson

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Ai, que inveja!


  Segundo a Wikipedia,a inveja é um dos sete pecados capitais na tradição Católica. É considerado pecado porque uma pessoa invejosa ignora suas próprias bençãos e prioriza o status de outra pessoa no lugar do próprio crescimento espiritual. É o desejo exagerado por posses, status, habilidades e tudo que outra pessoa tem e consegue. O invejoso ignora tudo o que é e possui para cobiçar o que é do próximo”. Já Paul Tautges considera a Inveja como “o sentimento de desagrado produzido por testemunhar a prosperidade de outra pessoa ou ouvir algo favorável a seu respeito”.
  A inveja é retratada na vida de vários personagens. Vamos analisar alguns deles. Por que será que Caim matou Abel? Por inveja! Segundo Gênesis 4.3-5 “Aconteceu que no fim dos tempos trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o Senhor de Abel e de sua oferta; ao passo que de Caim e de sua oferta não se agradou.”
“Caim e Abel devem ter recebido a informação de que o pecador só pode se aproximar do Deus santo por meio de sangue oferecido em sacrifício. Caim, porém, rejeitou essa instrução e trouxe ofertas de frutas e vegetais. Abel acreditou no mandamento divino e ofereceu sacrifício de animais, demonstrando fé e recebendo justificação por parte de Deus” (Comentário Bíblico Popular – Antigo Testamento). Além de desobedecer à ordem de Deus, Caim se sentiu “injustiçado” por Ele por ter rejeitado o seu sacríficio e ter aceitado o de seu irmão, e por inveja cometeu o primeiro homicídio da história.
  Por que será que Jacó comprou o direito de primogenitura de Esaú? Por inveja! Desde o ventre de Rebeca, os dois guerreavam entre si e, até mesmo durante o parto Jacó tentou tirar vantagem de seu irmão Esaú segurando-o pelo calcanhar. Esaú tinha direito a receber duas vezes mais herança do que qualquer outro filho. Ele também se tornaria o chefe da família e teria a honra de se tornar ancestral do Messias. Vendo tudo isso, “Jacó, por meio de oportunismo (e principalmente inveja), obtém o direito de primogenitura de seu irmão espiritualmente insensível” (adaptado de Foco e Desenvolvimento do Antigo Testamento).
Caim, Jacó e agora eu, Senhor?!? Devo matar?! Roubar?! Não?!? O que fazer, então, com a minha inveja?
Penso que devo glorificar a Deus por tê-la conservado apenas no âmbito do pensamento, pois, assim como nossos dois personagens citados acima, eu tenho a capacidade de realizar tais atrocidades ou, até mesmo, coisas piores.
  Porém, reconhecer o meu pecado deve ser o primeiro passo para uma mudança genuína, uma vez que sem reconhecimento não existe efetivo tratamento. E em segundo lugar, preciso buscar na Bíblia ensinamentos para eu vencer a batalha contra ele.
  Para inciar o processo de tratamento contra a inveja pude ler e memorizar versículos como Salmo 119.36; Lucas 12.15; Colossences 3.1-6; 1Timóteo 6.6,8; Hebreus 13.5; Filipenses 4.11-12; 1Tessalonicenses 5.18; Romanos 12.15 e Filipenses 2.3, os quais tem me ensinado a não cobiçar, a dar graças a Deus por todos as coisas em qualquer situaçãoe também a me alegra e chorar como meus irmãos.
  Ao fazer isso, tenho a garantia, em Deus, de que vou me despojar da velha Larissa que se corrompe pela inveja, vou renovar a minha mente e me revestir da nova Larissa, criada segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade (adaptado de Efésios 4.22-24). Tenho certeza de que Deus se alegrará, sem reservas, com todas as minhas vitórias, Ele não é invejoso…
“Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Andemos de acordo com o que já alcançamos.” (Filipenses 3.13-14,16)

Por Larissa Svensson

Temor a homens



  O temor a homens é uma atitude que me acompanha desde quando nasci, e sinto que tem uma relacão diretamente proporcional a minha vida de comunhão com Deus. Quanto mais distante estou de Deus, mais codependente sou do homem. Por muito tempo achei que meu problema era apenas timidez,  não querer que os outros me vissem era apenas parte da minha natureza introvertida. Não que eu seja aquela pessoa que só vive pelos cantos, com medo de que alguém simplesmente olhe pra mim e pergunte meu nome. Muito pelo contrário, gosto que  elas venham até mim pra conversar, perguntar alguma coisa, pedir pra que eu esclareça dúvidas, dê alguns conselho e opine sobre certas decisões. A grande questão é: Faço tudo isso em favor do próximo ou simplesmente como auto-promoção?
  O temor a homens é algo que afeta a todos sem exceção. Quem nunca disse SIM pra outro simplesmente por constrangimento de dizer NÃO? Um exemplo bem clássico disso é quando  uma mulher chega em uma festa com um vestido muito brega e pergunta pra uma de suas amigas: Gostou do meu vestido novo? a outra responde: SIM claro.
  O temor a homens vai muito mais além de simplesmente deixar o próximo feliz, eu deixo o proxímo feliz porque, a partir daí, ele começa a me adimirar, a me louvar. Inconscientemente meu objetivo é usurpar a glória de Deus.
  A Bíblia nos mostra três razões básicas pelas quais tememos as pessoas:

1.    Tememos a pessoas porque elas podem nos expor e humilhar
  Isso ficou bem evidente desde o princípio, imediatamente após a queda do homem, “abriram-se, então os olhos de ambos; e perceberam que estavam nus” (Gênesis 3.7). Esse foi o início do temor a homens na humanidade. A consciência da vergonha. ficar exposto, vulnerável, é como uma necessidade desesperada de vestimenta e de proteção.
  O olhar santo de nosso Deus agora saíra a procurar por adão e por Eva por entre as árvores do jardin. Os mesmo ficaram tão incomodados que procuraram se esconder, e nós estamos nos escondendo até hoje. Não tenho dúvida que Adão e Eva antes da queda já sabiam que estavam nus, e que em seu estado de inocência, eles até adimiravam a aparência física um do outro. No entanto o olhar de Deus era diferente agora, Ele podia ver uma nudez mais profunda, proveniente de uma alma pecadora, que ia contra o carater santo de nosso Deus.
  O sentimento de ser exposto, outrora completamente inexistente, era agora a única coisa que sentiam. Eles eram vistos pelo outro, e o que era visto agora era vergonhoso. A alma antes admirada pela sua inocência e beleza, agora era constrangedora à vista.
  No momento do pecado de Adão, a vergonha – que é: “O que eles vão pensar de mim?” e “O que Deus vai pensar de mim?”- tornou-se um alicerce da experiência humana.

2.    Tememos a pessoas porque elas podem nos rejeitar, ridicularizar ou desprezar
  Essa talvés seja a razão mais comum pela qual tememos as outras pessoas. Temos um medo enorme de sermos ridicularizados, rejeitados ou desprezados. Quantas vezes dentro de sala de aula, seja no meio secular ou na igreja, temos “vergonha” de fazer uma pergunta para o professor por medo das pessoas acharem que é uma pergunta idiota? Certa vez tive aula no seminário com um professor que dizia o segunte antes de começar sua aula: “Melhor você perguntar e parecer  ignorante do que continuar calado e ser um ignorante.”
  Embora o medo da rejeição pareça ser muito moderno, temos várias ilustrações de pessoas que passaram por isso na Bíblia. Moisés sabia que o povo era escravo da opinião dos outros (Deuteronômio1.17), demosntravam preferência por uns em detrimento de outros, temendo a rejeição daqueles que pareciam ser mais importantes, por isso advertiu seu povo quanto a isso.
  Será que isso é comum hoje? Basta parar e pensar um pouco nas próprias atitudes. Trato tão bem o porteiro do prédio quanto trato o dono dos prédios de um condomínio? A atenção que dou para um gari é a mesma que dou para um médico?
 
3.    Tememos a pessoas porque elas podem nos agredir, oprimir ou ameaçar
  Quando eu era criança, tinha uma tendência muito grande, como toda criança “homem”, de brigar na rua. Acho que pelo menos uma vez por semana era advertido pelos meus pais por alguma briguinha que tinha me metido. Tinha um garoto que todas as vezes que brigávamos eu apanhava, ele era menor e mais magrinho do que eu, mas era muito rápido pra bater. Então chegou uma época que eu já tinha desistido de tentar ganhar dele, e todas as vezes que eu saia na rua e ele estava eu voltava pra casa. Se eu tivesse jogando futebol e ele chegasse e pedisse pra jogar eu parava, e muitas outras coisas. O medo que tinha de apanhar novamente daquele garoto me controlava, e indiretamente o próprio garoto decidia se eu brincaria na rua ou não.
  A violência física e também a sexual são exemplos claros de como pessoas destrutivas  podem nos tornar mais propensos a temer a homens.

  Temos um texto que reduz a questão do temor a homens em duas opções:
Confiaremos no Homem ou no Senhor? Jeremias 17. 5-8 é bem claro com relação as consequências de temer ao homem ao invés de temer a Deus. Ele nos coloca em uma bifurcação: a estrada que nos leva ao temor do homem pode ser expressa em termos de favoritismo, querer que os outros pensem bem de você, temer ser desmascarado por eles, ou ser completamente dominado pelo poder físico deles. Mas, quando damos a Deus o seu lugar certo em nossas vidas, antigos laços podem ser quebrados e passamos a temer unicamente a Ele.
  Apesar de não ser uma decisão fácil, e o processor durar a vida inteira, temer ao Senhor é a melhor e única maneira para nos livrarmos de dar o controle da nossa vida para aqueles que não sabem a controlar.
Por  Everton Svensson

sábado, 12 de novembro de 2011

Saudações iniciais

Bom dia, Boa tarde, Boa noite ou madrugada!

  Há algum tempo venho desejando criar um Blog para publicar algumas coisas que venho aprendendo sobre Cristo no seminário. No entanto só agora no final do meu primeiro ano de estudos, após aquelas famosas crises existenciais, que criei coragem para começar.
  Tenho certeza que não posso responder a muitas dúvidas que você possa vir a ter, lendo alguns dos artigos aqui postados, mas leve em consideração, eu sou estudante. Mas tenham certeza que com responsabilidade vou procurar publicar apenas aquilo que realmente possa acrescentar para o seu crescimento como servo de Cristo.
  E que nosso soberano Deus continue trabalhando em sua vida, moldando-o conforme o seu filho Jesus Cristo.
"Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos."(Rm 8.29)